Publicado por: Evaldo Oliveira | Maio 28, 2010

CAIURÉ IMANA, O TUXAUA INDOMÁVEL, um épico só superado por Canudos

Duas partes – primeira parte

            No dia 13 de março de 1901, em Alto Alegre, município de Barra do Corda, no Maranhão, ocorreu um dos maiores massacres da história do Brasil, superado apenas por Canudos, protagonizado pelo tuxaua Cauiré, onde empregou táticas de guerrilha e planejamento estratégico dignos dos grandes comandantes.

            Essa tragédia, da qual farei apenas um pequeno resumo, utilizando quase sempre a redação original, foi contada inteiramente, e de forma poética, pelo escritor Olímpio Cruz em seu livro Cauiré Imana, O Cacique Rebelde.

            No ano de 1895 chegava à região de Alto Alegre, município de Barra do Corda, Estado do Maranhão, uma Missão dos Capuchinhos italianos, composta por doze sacerdotes, cinco leigos e cinco irmãs, que compunham um grupo de catequese que ali se instalaria para desenvolver atividades missionárias. No mesmo ano fundaram uma escola para os curumins, que eram as crianças índias em idade escolar.

            Em Alto Alegre, os missionários implantaram a Colônia de São José da Providência, ocupando terras situadas entre as cidades de Barra do Corda e Grajaú, região onde se localizavam cerca de dezessete tabas indígenas.

            Os missionários passaram a recrutar crianças para o internato do colégio, exigiam a participação dos índios em missas, terços, aulas de catecismo, além de impor os seus rituais e conceitos. Os índios, sem nada entender dos tão falados poderes e milagres do Nazareno, não aceitavam a separação dos filhos nem a proibição de costumes tribais, tais como o uso de bebida, do fumo e a poligamia.

            A Missão dos Capuchinhos cuidou de também disseminar o cristianismo entre a população sertaneja. No Centro Educacional de Alto Alegre eram ensinadas, além das matérias didáticas, corte e costura, canto, educação doméstica e religião. As filhas das pessoas influentes de Barra do Corda e Grajaú eram enviadas para ali estudar.

            A tribo dos índios Guajajara, localizada nos municípios de Barra do Corda e Grajaú, era bastante numerosa e dividia-se em muitas tabas, cada qual governada por um chefe ou tuxaua, escolhido entre sua gente em razão da bravura, caráter e honradez.

            Os homens cuidavam das caçadas, pescarias, colheita do mel de abelhas e da lavoura ainda rudimentar. As mulheres cuidavam da alimentação da família, da fabricação da farinha, do beiju e do preparo do moqueado (assados ou tostados). Ajudavam também no plantio dos legumes, no serviço da capina ou limpeza dos roçados e no transporte dos cereais cozidos. As jovens índias ajudavam nos afazeres da casa, na preparação do cauim e da garapa feita com mel de abelha.

            A influência da nação Guajajara compreendia a Serra Negra e parte dos cursos dos rios Mearim, Corda e Grajaú, onde predominavam florestas virgens, com grande riqueza de fauna e flora.

            Nas caçadas, o tuxaua Cauiré e seu grupo penetravam na mata até as proximidades das lagoas Sabão, Coruja, Impoeira e Cinturão, evitando possíveis encontros com seus inimigos, os Timbiras, então chefiados pelo bravo índio Toropá.

            No verão do ano de 1900, como de costume, Cauiré partiu com guerreiros, caçadores e algumas mulheres para uma caçada. Mas depois de alguns dias os índios perceberam que aquela viagem seria diferente de todas as outras.

            Os índios, tomando o cuidado de cada um pisar, um após outro, sobre o mesmo rastro, deixando transparecer que por ali não passara mais de uma pessoa, sempre evitando aproximar-se das regiões dos Timbiras, e após vários dias caminhando na mata, avistaram um barco que passava naquele trecho do rio. Gritaram e acenaram para a embarcação, cujo comandante os recebeu com grande satisfação e os levou até São Luís do Maranhão.

            Foram direto ao palácio do Governador da Província, na época o Dr. João Gualberto Torreão da Costa, que os recebeu como amigos e os presenteou com espingardas, rifles e munições de pólvora, chumbo e espoleta, além de uma máquina de fazer balas e cartuchos, bem como ferramentas de lavoura, facões e serrotes. Depois, em um português atrapalhado, Cauiré pediu ao Governador que lhe nomeasse para o cargo de chefe supremo da tribo Guajajara, a fim de que melhor pudesse governar o seu povo. O título foi-lhe concedido sem discussão. No caminho para o palácio, as pessoas paravam para contemplar aquelas estranhas criaturas.

            Logo que retornaram de São Luís do Maranhão, ao pisarem em terra, ganharam as matas, deixando para trás o rio Mearim, rumando para os lados do Pindaré, região que o tuxaua pretendia percorrer para atrair os caciques à sua aldeia e desencadear a acalentada rebelião contra os catequistas e colonos.

            Desse modo, e após nove dias de viagem, conseguiu adesão do cacique Jauarauhu e do cacique Arapuá, com quem falou sobre a festa que haveria em sua aldeia e sobre as ameaças que colonos e catequistas representavam para o seu povo.

            Era o início da mobilização para o ataque a Alto Alegre. Em seguida, e depois de um dia e meio de exaustiva viagem, chega à aldeia da Mangueira, chefiada pelo guerreiro Tataiu, que se solidarizou com o valoroso cacique do Alto Mearim.

            Cauiré, a essa altura, contava com o apoio dos seguintes chefes indígenas: Jauarauhu, Menerumam, Izanemana, Tataiu, Tuitina, Itaunema, Arapuá, Justino e Uirahu, também conhecido por Gavião Real.

            Finalmente, exaustos, chegaram à velha aldeia nas proximidades de Alto Alegre, de onde há meses haviam se retirado.

            Poucos dias depois de sua chegada, Cauiré convocou o povo da selva para uma reunião e, sob a forma de convite, convocou também os chefes Guajajaras de aldeias ou malocas para discutirem aspectos pertinentes ao próprio destino da raça.

            E ordenou dedicação total às caçadas e pescarias, com preparação de caças e peixes, fabricação de farinha puba e seca, bem como que fossem arrancados inhame, batata doce, jerimum e amendoim, e que não fosse esquecida a colheita do mel de abelhas, e que tudo fosse estocado para o dia da festa.

            Dentro de poucas semanas viam-se montes de carnes, entre elas a de veado, anta, caititu, porco queixada, paca, capivara, tamanduá, peba, tatu e jabuti, além de muita farinha, beijus, bolos de macaxeira, batata doce e mel silvestre.

            Por temer que seu plano falhasse, dava ordens severas para que todo aquele planejamento não fosse revelado.

            Grupos e mais grupos de índios chegavam à aldeia de Cauiré, onde os guerreiros se acampavam. Os caciques ostentavam vistosos cocares, e todos se apresentavam ao valente Chefe da Nação Guajajara.

            O dia marcado pelo tuxaua Cauiré para o ataque era 12 de junho do ano de 1901.

Os tocadores de maracá anunciaram o início da festa, e todos passaram a comer, beber e dançar. Dezenas de fogueiras iluminavam o grande pátio da aldeia.

            Num determinado momento, Cauiré bateu com os punhos fechados no peito e falou bem alto para seus irmãos sobre o seu plano de libertação. Disse que ali não havia lugar para covardes e fracos, e que toda aquela região fora herdada de seus pais, antigos heróis respeitados até pelos brancos de terras distantes. Falou que não era mais possível aturar tanto abuso praticado pelo pessoal da Missão estrangeira que queria escravizar a todos, querendo encaixar nas cabeças dos índios que deviam levar a vida de outra maneira e não como eram ou deveriam ser. Eles queriam tudo ao contrário do que a tribo queria. Não podiam mais possuir três ou quatro mulheres, queriam mudar a língua, mediante a obrigação da leitura dos livros deles, que só tinham de bonito algumas figuras. Diziam que os índios não eram mais os legítimos donos das terras em que moravam. Tomaram conhecimento de que indiazinhas que haviam morrido no internato foram sepultadas sem a presença dos pais, privadas do ritual das tradições e crenças. Assim, conclamou a marchar contra a povoação de Alto Alegre e suas redondezas e matar toda a gente que não pertencia à raça Guajajara.

            Fez-se uma ligeira pausa e, do meio daquela multidão de índios, ouviram-se muitas vozes de apoio e adesão. No meio do pátio, porém, Cauiré escutou palavras contrárias ao seu plano:

            – Não, valente chefe! Assim é muita maldade. Você bem sabe que não se pode matar todo mundo ali. Existe muita gente boa também.

            Após alguns instantes de silêncio, o tuxaua, enraivecido, fez um sinal com a mão direita, como quem quisesse dizer: esperem um pouco. E nisto, metendo a mão no seu bornal feito de pele de cotia, puxou um papel escrito e, levantando as mãos, mostrou a todos o documento que meses antes havia recebido do Governador da Província: título que lhe dava poderes para dirigir toda a tribo Guajajara no Maranhão.

            Breve silêncio caiu novamente. E os caciques presentes gritaram de uma só vez:

            – Estamos de acordo, grande chefe Cauiré!

            – Sim, grande chefe e amigo Cauiré – falou um representante do grupo que se opusera ao massacre. Antes eu não havia entendido o seu plano, mas agora eu e os meus chegamos a entender direito as suas idéias de libertação!

            Mas aquelas palavras eram somente para abrandar a ira do chefe, dando tempo a que fugissem e fossem avisar a algumas pessoas de quem gostavam. E desse modo, muitas pessoas escaparam do massacre.

            Após as badaladas do sino, convidando os fiéis, em pleno raiar do dia 13 de março, Cauiré, assumindo o comando geral dos caciques e guerreiros ali presentes, ordenou a todos para marchar rumo ao povoado, disposto a matar os que não pertenciam à sua raça.

            Horas depois, uns cercavam o povoado, outros tomavam as portas e janelas da capela, enquanto Cauiré e mais alguns chefes índios atacavam as casas das ruas e o Convento.

            Todas as saídas das estradas que iam de Grajaú a Barra do Corda, bem como a pequenas povoações, já estavam obstruídas pelos índios, de modo que ninguém pudesse escapar.

            Ao comando de Cauiré – “Morte aos cristãos”, tiros e flechadas foram lançados sobre os cristãos, como eram chamados. A capela ficou cheia de mortos, entre eles o Frei Vítor e o sacristão. Dentro e fora das casas, no meio das ruas, pelos caminhos, viam-se corpos espalhados, uns mortos e outros ainda agonizantes. Na capela, no convento e no sobrado era onde mais havia mortos. Os frades e freiras tombados no meio de outros cristãos chamavam mais atenção devido ao preto das batinas.

            Não dava para avaliar o número de mortos. No meio deles existiam alguns feridos e outros que resolveram fingir-se de mortos, pois estavam cobertos pelo sangue, vindo dos trucidados ou feridos. Quando passava do meio dia, as poças de sangue coagulavam-se cobertas de moscas varejeiras, marimbondos e formigas.

            Nem mesmo as crianças foram poupadas. Ninguém da raça branca. E ai daquele que tentasse salvar a vida de alguma pessoa!

            Cauiré, vendo que a maior parte do seu plano já havia sido cumprido, ordenou aos vencedores a apropriação do gado nos currais e pastagens e de diversos animais menores, como carneiros, bodes, porcos, aves, como perus, patos e galinhas, e também de arroz e farinha existentes nos depósitos.

            Ao amanhecer do dia 14, Cauiré ordenou a remoção dos corpos, tentando livrar-se do mau cheiro provocado pela decomposição de tanta gente morta, e mandou que fossem enterrados. E fez tudo que podia para evitar que as notícias do acontecimento chegassem aos ouvidos das autoridades de Barra do Corda, Grajaú ou mesmo a São Luís do Maranhão. E para evitar que isso acontecesse, ordenou a quatro chefes que seguissem com seus guerreiros aos lugares e fazendas que ficavam em Arroz, Pari, Preperi e Lagoa Cercada, e que o serviço fosse bem feito. O ataque àquelas localidades foi efetuado nos dias 15 e 16 de março, e quase todas as pessoas foram massacradas.

            E ordenou: é para espiar tudo! Quem descer de Grajaú para barra do Corda, ou subir de uma para outra, não pode ficar com vida. Dia e noite façam piquetes nas estradas.

            Cauiré pensava sobre como devia entrar em Barra do Corda e Grajaú, ainda espalhando a morte por onde pudesse chegar, a fim de alargar cada vez mais os seus domínios e ampliar o poder de sua glória úmida de sangue.

            Nesse momento surge uma índia correndo, estafada, que falou:

            – Chefe Cauiré, eu vi agora mesmo, numa das casas da beira da estrada, juntas ao tuxaua Jauarauhu, três cristãs: a Perpetinha, a Úrsula e a Isabel.

            Cauiré, irritado, ordenou a dois índios que fossem chamar Jaurauhu à sua presença, trazendo aquelas três moças brancas que estavam com ele.

            Jauarahu, diante de Cauiré, falou:

            – O que quer de mim, chefe Cauiré? Fala depressa que eu respondo mais rápido do que o chumbo da minha espingarda ou o vôo de minha flecha! Estou aqui e ainda me restam flechas, e tintas de sangue!

            – Cauiré, procurando fitar-lhe bem nos olhos, respondeu com voz pausada:

            – Valente chefe Jauarauhu, sabe o que eu quero? Quero mandar matar as três moças!

            – Cauiré Imana, fica sabendo que sou um chefe igual a ti. Também sou forte e tenho muitos guerreiros valentes, tanto os de minha taba como de outras que tu não conheces. Ajudei-te e quero levar comigo e meus companheiros as três moças brancas. Por tua vontade, ontem fui onça suçuarana, mas posso virar canguçu (onça pintada) desvairado para não acontecer mais do que já aconteceu!

            – Chega, Jauarauhu! Parte para bem longe de mim. E somente muito distante vai semear a tua mistura de gente branca com a nossa; porém não te esqueças de que os teus descendentes deverão sempre usar a mesma língua, e guardar os nossos usos, costumes e crenças. Do contrário, virão dias em que haverá muito de sofrer na ponta das flechas dos guerreiros descendentes deste Cauiré Imana que está te dizendo a verdade de frente.

            Jauarauhu, posteriormente, libertou duas das três moças e viveu o resto de sua vida com Perpetinha Moreira, cuja memória passou a ser cultivada como se fosse uma lenda. Seringueiros encontraram inscrições em árvores, com os seguintes dizeres: “Por aqui passou a infeliz Perpetinha Moreira” e noutras: “Ainda existe a infeliz Perpetinha dos Reis Moreira”. Sabia-se da mania que tinha a ex-interna de escrever em árvores.

            No dia 15 de março chegaram as primeiras notícias do massacre de Alto Alegre a Barra do Corda, só que ninguém acreditou. Somente com a chegada de alguns feridos que conseguiram escapar à chacina é que foi tomada a primeira providência, sendo formada uma comissão de homens de inteira confiança. No dia 17 de março os componentes da comissão, após percorrerem algumas léguas, encontraram com um fugitivo que narrou detalhadamente a verdadeira estória do morticínio.

            Os membros da Comissão resolveram voltar trazendo o fugitivo, cujos ferimentos se agravavam visivelmente.

            Foi então organizada uma Junta Deliberativa, com a finalidade de tomar as devidas providências no sentido de congregar homens para seguir com o tenente Tomé. Foi sugerido que lá na frente, sobre a ponte dos rios Corda e Mearim, fosse colocado um velho canhão, resultante de antigo material trazido quando da fundação da cidade, a 03 de maio de 1835.

            O tenente Tomé sabia que a situação era perigosa, porém nem sonhava com o que teria de enfrentar no seu primeiro combate contra os índios de Cauiré. Mas o tenente só pensava na vitória, no seu regresso triunfal trazendo Cauiré e seus guerreiros presos para entregá-los às autoridades.

            Dias depois, o tenente Tomé e sua tropa seguiam devagar e cautelosamente, quando avistou sobre o leito da estrada, logo à sua frente, grossos troncos de árvores caídas, e ficou desconfiado. Mas, antes que pudesse tomar uma resolução, viu-se coberto por uma chuva de balas e caroços de chumbo misturados com flechas, tudo caindo traiçoeiramente contra eles, espetáculo esse acompanhado de uma gritaria ensurdecedora ao som de muitos apitos ou borés. Os soldados de Tomé revidaram aquele ataque violento.

            No meio da contenda, com alguns índios já recuando, aconteceu o inesperado: um soldado, que era o municiador da tropa, gritou bem alto, dizendo que tinha acabado a munição.

            Cauiré e seus índios, ao ouvirem aquela notícia, criaram novo ânimo e gritaram numa única voz:

            – Mata tudo quanto for cristão! Vamos matar esses macacos batizados, todos, um a um!

            O oficial recuou, apesar de não se julgar derrotado, porque com esforço perdeu apenas quatro soldados e tinha catorze feridos.

            Em outra tentativa de combater Cauiré, o Cap. Raimundo Ângelo Goiabeira, tendo sob o seu comando 25 homens, viu-se obrigado a recuar, regressando a Grajaú para municiar-se novamente e poder recrutar mais homens.


Responses

  1. Evaldo,

    Parabéns! Gostei muito, principalmente do ritmo da narração. Aguardo a segunda parte.

  2. Dorini, sua opinião tem o valor de um selo de qualidade. Por ser professor de Esperanto, sua avaliação abrange sutis observações que escapam a nos, monoglotas universais.

  3. ADOREI.
    Sou fan incondicional da Historia do Brasil
    Obrigada pela aula, e dividir os seus conhecimentos conosco, seus amigos.
    Um abraco.
    Dodora

  4. Dodora, essa história, descrita pelo escritor OLÍMPIO CRUZ, em seu livro CAIURÉ IMANA, O CACIQUE REBELDE, é um épico que só engrandece o povo do Maranhão, hoje entregue a uma família de políticos que o Brasil inteiro conhece. Realmente, o livro está muito bem escrito. A filha do escritor trabalhou comigo em um Centro de Saúde em Brasília. Daí eu conhecer a história, pois ela me deu um livro.

  5. Dr. Evaldo, amei a história. Meu avô me contava quando eu era criança.
    Abrs.

  6. Eu tinha o livro Caiuré imana o cacique rebelde escrito por Olimpio Cruz, emprestei a um amigo no estreito em 1986 e nunca mais recebí já procurei em muitas livrarias não emcontrei,

  7. Caro Antonio, essa história da revolta dos índios Guajajara é muito bonita, apesar de ter sido uma carnificina. Muita gente detesta falar sobre esse assunto. Mas é melhor do que falar dos políticos do Maranhão.

  8. ótima matéria, madou muito bem!

  9. Adquiri, em Macapá-AP,o livro de Olímpio Cruz, no ano passado (2012) e a história motivou-me a escrever em versos – literatura de cordel – o mesmo assunto, iniciando do SURGIMENTO DO CRISTIANISMO, passando pelas missões franciscanas e ao chegar aos Capuchinhos no interior do Maranhão, fiz simples adaptação do livro do sertanista. Ocorre que vindo a perder (em Fortaleza-CE) o volume adquirido, recorri a este blog, de linha séria e que tratava do tema em tela de maneira bem fiel ao relatado por Olímpio. Concluí o livreto na data de ontem, encerrando-o com 182 sextilhas e assinando em acróstico com meu prenome (setilha).

  10. Excelente.


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