Publicado por: Evaldo Oliveira | Maio 9, 2018

A ÚLTIMA CEIA, fragmentos

Leonardo da Vinci pintou A Última Ceia, uma das pinturas mais enigmáticas da História, por encomenda de Ludovico Sforza, Duque de Milão. Trata-se de uma pintura enorme, medindo 4,60 m x 8,80 m, ocupando a parte de cima de uma parede do refeitório do Convento de Santa Maria delle Grazie em Milão, Itália.

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Trata-se de uma pintura enigmática, onde cada elemento da pintura dirige a atenção para o centro da composição, a cabeça de Jesus. Retrata a última ceia de Cristo com seus discípulos na noite anterior à traição de Judas, fato que o levaria à prisão e à crucificação.

Nela podemos notar como cada elemento da pintura dirige a atenção para o ponto médio da composição, a cabeça de Cristo. Ali, a reação de espanto e horror de cada um dos discípulos. Da esquerda para a direita, vislumbramos Bartolomeu, Tiago (filho de Zebedeu) e André formando um grupo de três. A seguir, as figuras de Judas, Pedro e João compondo outro grupo. Ao centro, Cristo é a personificação da paz. A seguir, Tomé, Tiago (filho de Alfeu) e Felipe formam o terceiro grupo; Mateus, Tadeu e Simão compõem o último grupo de três.

Nesta pintura não aparecem os pés de Jesus. Justo no local onde estariam os pés de Cristo foi aberta uma porta, por volta do ano de 1650, encobrindo completamente os pés que Leonardo da Vinci havia pintado. Já falei que a pintura ficava na parte de cima da parede.

Em relação à Última Ceia, há uma estória que alguns estudiosos afirmam não ser verdadeira, por falta de amparo normativo, como diríamos nós, médicos auditores, em um despacho formal.

Reza a lenda que… Ao conceber seu famoso afresco A última Ceia, Leonardo da Vinci precisava pintar o Bem – na imagem de Jesus – e o Mal – na figura de Judas, porém não tinha os modelos. Resolveu sair procurando por Milão  pessoas que representassem os dois.

Certo dia, enquanto assistia a um coral, viu em um dos rapazes a imagem ideal de Cristo. Convidou-o para o seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços. Antes de o rapaz sair, mostrou-lhe a ideia do afresco, e elogiou-o por representar tão bem a face de Jesus.

Passaram-se três anos. A “Santa Ceia”, que enfeitava uma das igrejas mais conhecidas da cidade, estava quase pronta – mas Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal de Judas.

O cardeal, responsável pela igreja, começou a pressionar Da Vinci, exigindo que terminasse logo o seu trabalho.

Depois de muitos dias procurando, o pintor encontrou um jovem prematuramente envelhecido, esfarrapado, bêbado, atirado na sarjeta. Com dificuldade, pediu a seus assistentes que o levassem até a igreja, pois já não tinha mais tempo de fazer esboços.

O mendigo foi carregado até lá, sem entender direito o que estava acontecendo: os assistentes o mantinham de pé, enquanto Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas naquela face.

Quando terminou o trabalho, o mendigo – já um pouco curado de sua ressaca – abriu os olhos e notou o afresco na sua frente. E disse, numa mistura de espanto e tristeza:

– Eu já vi este quadro antes!

– Quando? – perguntou um surpreso Da Vinci.

– Há três anos, antes de eu perder tudo que tinha. Numa época em que eu cantava num coro, e o artista me convidou para posar como modelo para a face de Jesus. (Texto retirado da internet).

EvaldOOliveira

Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do RN

 

 


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